Abordagem Psicanalítica
A escuta psicanalítica respeita o tempo subjetivo e se constrói no encontro, no ouvir atento e na elaboração gradual dos conteúdos psíquicos.
Discurso livre e escuta psicanalítica
O trabalho terapêutico acontece, principalmente, por meio da fala. A partir do discurso livre, o paciente é convidado a falar sem censura ou direcionamentos rígidos, permitindo que pensamentos, lembranças, sentimentos e associações mentais possam emergir. Esse movimento possibilita o acesso a sentidos que, muitas vezes, não estão imediatamente disponíveis à consciência.


Consciente e Inconsciente
A Psicanálise compreende o sofrimento psíquico como algo que vai além dos sintomas aparentes. Parte da ideia de que muitos conflitos, angústias e repetições estão relacionados a conteúdos conscientes e inconscientes, construídos ao longo da história de vida, das relações e das experiências de cada sujeito.
As associações mentais, aquilo que surge espontaneamente na fala, são fundamentais no processo psicanalítico. É nesse encadeamento de ideias, afetos e palavras que se tornam visíveis os conflitos psíquicos, as repetições e os modos singulares de se relacionar consigo e com o mundo.
Associações mentais




Todo cuidado com o(a) paciente
Na Clínica Psicóloga Thaís Prestes Mazzotti, cada história é ouvida com cuidado e respeito, possibilitando a construção de processos terapêuticos únicos e acolhedores. O trabalho respeita o tempo subjetivo de cada pessoa e se sustenta na ética, no encontro, na escuta atenta e na elaboração gradual dos conteúdos psíquicos, favorecendo uma maior compreensão de si e a abertura para novas possibilidades de posicionamento.


Depoimento Especial
★★★★★
”Thaís é maravilhosa. Me adaptei com a abordagem dela e tem sido ótimo poder entender melhor o funcionamento da minha mente. Além disso, ela cuida de mim quase que diariamente por mensagem e isso é algo importante para mim, sinto que estou sendo ouvida de verdade. Encontrei a psicóloga pra vida toda...”
- Depoimento de paciente autorizado para divulgação, com preservação de identidade, conforme princípios éticos da Psicologia.
